Brawl: tributo a uma geração de gamers
Março 22, 2008

Uma geração inteira cresceu jogando videogame nos anos 90. Jogos como Super Mario Bros., The Legend of Zelda, Metroid, Donkey Kong, Star Fox e tantos outros renderam horas de diversão a muita gente, e fez de seus protagonistas verdadeiros ícones da cultura pop moderna. Então, a Nintendo teve a idéia genial de reunir todos esses personagens em um jogo de luta extremamente divertido. Assim nasceu a série Super Smash Bros.
Brawl foi e ainda é o jogo mais esperado do ano por muitos. Se os dois jogos anteriores já eram a concretização dos sonhos de muito nintendista, Brawl é um tributo à geração de gamers que cresceu nos anos 90 e início do século XXI. Ora, o jogo coloca cara-a-cara Mario e Sonic, os dois personagens mais famosos dos videogames de todos os tempos, prontos pra sair na porrada! E também traz Snake, da famosa série Metal Gear Solid.
Além dos dois personagens third-party, Brawl ainda conta com mais personagens célebres da Nintendo, mais cenários caóticos, mais itens engraçados, um inédito modo história com belas CGs, modo online, editor de cenários e muito, muito mais diversão multiplayer, suficiente pra mais uma vida ou duas.
Se você já cansou de ler sobre Brawl, vá passear e volte depois. Se não, aqui vai o primeiro review do Detonando. Vou tentar omitir o óbvio e falar sobre as novidades. O que não é pouca coisa.
É difícil saber por onde começar um review de Super Smash Bros. Brawl. O jogo tem MUITOS modos de jogo, single ou multiplayer. Quando eu coloquei o jogo no Wii, fiquei um tempinho olhando pra TV, imóvel, sem saber o que fazer por um instante. Sem saber por onde começar!
Logo, pensei: “SONIC!”. E lá fui eu procurar o bendito ouriço, só pra descobrir que ele é um dos últimos personagens secretos a abrir. Depois de algumas horas de jogo, consegui habilitar o espinhudo. Sonic é um personagem divertido de se jogar. O mais rápido do jogo, como era de se esperar, tem movimentos muito fiéis aos que tinha em seus jogos de origem, além de manter sua personalidade. Ah é, e o Final Smash dele é animal!
Snake é mais fácil de se habilitar e, ao contrário do Sonic, tem uma jogabilidade bem diferente do que se costumava ver em personagens de Smash Bros. Vários de seus movimentos são baseados em explosivos, como granadas, minas e lança-foguetes, sendo que alguns explodem depois de certo tempo. É um personagem cheio de truques na manga.

Personagens antigos retornam, e mais personagens da Nintendo se juntam à pancadaria. Os recém-chegados trazem muitas possibilidades diferentes, estilos de jogo e habilidades mil. Um exemplo disso é o Pokémon Trainer, que é simplesmente três personagens em um! Meta Knight e seus múltiplos hits é o preferido de muita gente, Olimar e seus Pikmins surpreendem com efeitos aleatórios e Wario mata no peido! É muito bom dar risada na cara dos amigos depois de fazê-los sair voando com uma bela bufa!
Uma reclamação antiga em Melee era que o jogo tinha muitos personagens, mas muitos deles eram meras cópias de outros personagens. Alguns desses clones estão de volta em Brawl, mas a boa notícia é que agora eles não são TÃO parecidos assim. Falco, Ganondorf e Toon Link possuem os mesmos ataques especiais de Fox, Captain Falcon e Link, respectivamente, mas seus golpes normais são diferentes. O jogador mais desconfiado pode reclamar, mas é uma melhoria em relação a Melee.
O Final Smash torna a batalha ainda mais caótica e imprevisível, rendendo viradas de mesa dignas de ficar na memória. Só a disputa pela Smash Ball já altera a partida, já que quando ela surge, todo mundo para de se espancar pra correr atrás da pelota. Aliás, vários itens podem virar o jogo a favor do sortudo que os pegar. A bola de futebol manda os personagens voando com um chute certeiro, os Assist Trophies trazem diversos personagens secundários para a luta e quem reunir as três partes do Dragoon pode acabar com os inimigos com um tiro certeiro.

O fator multiplayer de Brawl pesa muito, como de costume em jogos da série Smash Bros. Mas como nem sempre você pode contar com fiéis amigos ao seu lado (ou sacos de pancada?), Brawl também conta com um modo de jogo online. Legal, não? Bom, nem tanto assim. Muitos reclamam da falta de comunicação entre jogadores, coisa que um headset resolveria. E não tem lista com rank dos melhores brawlers. E dizem que, se o jogador do outro lado se desconectar, você pode acabar jogando contra a máquina.
A Nintendo nunca foi boa mesmo conectando pessoas ao redor do globo, o que nos leva ao próximo ponto deste review. Se você for como eu e não joga online por algum motivo, está sozinho e ainda quer curtir as batalhas caóticas de Brawl, alegre-se, o mundo não acabou! Felizmente, Sakurai pensou em tudo e Brawl conta com MUITA coisa pra se fazer em modo singleplayer. Mas MUITA MESMO.
O modo Adventure recebeu uma atenção especial e recebe o nome de The Subspace Emissary. O modo dá um jeito de contar uma história envolvendo todos os personagens do jogo, contando inclusive com CGs cinematográficas entre as missões. Entre CADA MISSÃO. Ou fase, estágio ou como prefira chamar. São várias CGs envolvendo os personagens do jogo que, mesmo sem contar com texto ou dublagem, contam a história do jogo até o confronto final contra um chefão. É claro, não vá contar com uma história profunda, nem com cenas dramáticas, mas as CGs têm os seus momentos. Lembro de uma delas em que Peach resolve um conflito entre Fox e Sheik de maneira bastante cômica…
E este é mais um motivo pelo qual Brawl é um tributo aos gamers da década de 90: O Subspace Emissary é uma mistura de plataforma em sidescroll com um beat ‘em up. Ou seja, você anda pra frente e pra trás e bate nos inimigos. É um retorno aos clássicos, principalmente se lembrarmos que a maioria dos personagens do jogo vieram de jogos de plataforma. O Subspace Emissary aceita participação de até 2 jogadores em modo cooperativo, e conta com muitos inimigos e chefes prontos para serem detonados pelos jogadores.

O modo Classic, onde você enfrenta um inimigo após o outro até o confronto final contra Master Hand, permanece o mesmo. O Target Smash agora conta com 5 cenários diferentes. Multi-man Brawl e o Home-run Contest retornam, com possibilidade de 2 jogadores ao mesmo tempo. Boss Battles te coloca frente-a-frente contra todos os chefes do Subspace Emissary, um após o outro. O jogo conta ainda com um editor de cenários, mas com poucas opções: em geral, os cenários feitos por jogadores são todos grandes e sem muitas surpresas, mais ou menos como o Temple de Melee. E os Challenges mostram tudo o que você conseguiu desbloquear no jogo, e o que você precisa fazer para conseguir mais.
É diversão pra vida toda! Brawl consegue o feito de ampliar as possibilidades da série Super Smash Bros. com todas as suas novidades. O jogo pode prender a atenção de um jogador solitário por algum tempo, mas Brawl realmente brilha quando você junta seus amigos para batalhas memoráveis usando alguns dos personagens mais famosos dos videogames. Um sério candidato a Melhor Jogo do Ano.
Ou, quem sabe, até a Melhor Jogo de Todos os Tempos.
Entry Filed under: Hype, Lançamentos, Reviews, Wii. Tags: Mario, Melhor, Multiplayer, Nintendo, Review, Snake, Sonic, SSBB, Wii.
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1.
Kamila | Março 3, 2009 at 10:21 pm
eu achei muito chato porque so tem um texto enorme e por cinal ningué gosotou e eu não gostei eu mesmo não gostar dessa bosta Deus q me perdoe mas isso é chato demais pro meu gosto desculpe vcs……………..ok……………..]
bjoooooooooossssssssssssss……………………….
♥♥♥
2.
lucas | Setembro 27, 2009 at 9:46 pm
kkkk brawl e muit loko os personagens tem movimentos bem legais e os speciais dos personagens ajudam muito
recomendo,esse jogo é o melhor q ja joguei na minha vida