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A devida importância dos gráficos

Desde os primórdios do videogame, existem os reviews, as análises de gente que jogou determinado jogo e diz se vale a pena ou não a compra. Essa análise é baseada em fatores que compõem todos os jogos, como jogabilidade, diversão, fator replay e, é claro, gráficos. Os gráficos são parte importante da obra, a primeira coisa que a gente vê sobre o jogo, o que chama mais atenção à primeira vista.

Em meio à inteligência artificial e sistemas avançados de física realista, talvez o aspecto da tecnologia gamística que mais tenha evoluído são os gráficos. Muito mudou desde Pong, passando pelos mundos 2D, a chegada dos gráficos 3D e, enfim, a alta definição.

Hoje em dia, muita gente torce o nariz pra jogos que não possuem gráficos hiper-realistas, ou que não são lançados em alta definição. Mas será que é tão necessário assim enxergar até as espinhas, rugas e imperfeições da face dos personagens?

Bem… Sim e não. Depende. Continue lendo que eu explico melhor. (mais…)

10 comments Setembro 19, 2008

Já se emocionou com algum jogo?

Eu, nunca. Não que eu goste de bancar o machão ou algo do tipo, mas nunca me senti comovido com um jogo de videogame. Dou o devido valor a uma história profunda e bem elaborada, mas nenhum jogo me fez sentir qualquer tipo de coisa que não fosse a sensação de estar me divertindo.

Já vi gente dizendo que se sentiu mal por atacar um Colossus sem ser provocado, ou por ter que dar o tiro de misericórdia na The Boss. Respeito, e até entendo, quem sente certo remorso ao realizar tais atos. São ações que qualquer pessoa com um mínimo de juízo pensaria duas vezes antes de fazer na vida real. Mas aí é que tá. Na vida real.

Quando jogamos videogame, passamos a controlar o personagem na tela, a ser o personagem na tela. Esse sentimento é muito comum em jogos imersivos, com personagens marcantes e histórias dignas de deixar Hollywood com inveja. Mas, pra mim, não é assim. Eu jogo com mentalidade de jogador, não de personagem. Não consigo “mergulhar” no mundo de jogo, de forma que, no jogo, eu não dou a mínima para a vida alheia. Mato sem pensar duas vezes. Inimigos – por mais marcantes que sejam – são apenas pedras no meu caminho, que eu atropelo sem dó. Quando aliados morrem, só me preocupo se isso afeta meu poder de combate.

Na vida real, sou uma pessoa normal, não um completo psicopata. Mas virtualmente falando, eu não tô nem aí! Jogo com aquele sentimento de “jogador vs máquina”. Jogo pra zerar, pra ganhar e, acima de tudo, pra me divertir. Há quem se divirta se emocionando. Eu me divirto matando e fazendo gols.

E você? Se emociona com as histórias ou só quer saber de detonar o próximo inimigo?

4 comments Agosto 19, 2008


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